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Mendonça para o Senado: atuação como ministro foi ótima para PE. AS UNIVERSIDADES QUE O DIGAM.

  • Foto do escritor: Elton G.P
    Elton G.P
  • 7 de set. de 2018
  • 3 min de leitura



Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa tiveram uma atuação parlamentar pífia e medíocre nos últimos anos. Na contramão da oposição raivosa de Humberto, mais preocupado com os interesses de Lula e do partido, e da atuação medíocre de Jarbas Vasconcelos na Câmara, Mendonça Filho ocupou o Ministério da Educação, por quase dois anos, e realizou uma das melhores atuações à frente da pasta, tendo participação ativa na Reforma do Ensino Médio e nos investimentos em educação no estado.


O pouco tempo em que esteve no comando do MEC foi o suficiente para Mendonça empreender uma série de iniciativas para conter a crise severa, do ponto de vista de custeio e manutenção dos investimentos na educação, recuperando um total de R$ 4,7 bilhões de cortes feito pelo governo Dilma em 2016 . Tudo isso enfrentando uma oposição truculenta e bucéfala de servidores da própria pasta, sindicatos e um sem-número de protestos da esquerda boca de aluguel do petismo nos centros universitários, que passou a repudiar a presença do ministro ''golpista'' em eventos oficiais nos campi, agindo sempre em bando e montando barricadas contra a circulação do ministro dentro das instituições de ensino. Atitudes de uma verdadeira intolerância.


Nessa fase, o ministro passou a ser alvo predileto dos blogues da esquerda, e todos os seus atos na condução da pasta foram duramente atacados ou motivos de boatos, como a sua audiência com o controverso ator Alexandre Frota no MEC.




A mesma esquerda que diz combater o falso-moralismo e o preconceito, comportou-se como fiscal dos costumes, censurando a audiência com o ex-ator de filmes pornográficos e mentindo sobre o encontro, dizendo que o ator iria ‘’ propor ideias para a educação’’, quando, na realidade, o ministro só havia atendido a um pedido de audiência, procedimento muito comum de sua gestão à frente da pasta.


Enquanto a esquerda alimentava o discursos de ódio e de intolerância contra o ministro, propagando toda a sorte de mentiras contra ele, Mendonça trabalhava incansavelmente.


Pode-se destacar de sua atuação no MEC o mérito de algumas das mais importantes reformas do governo Temer: a Reforma do Ensino Médio. Que não foi a ‘’ideal’’, mas a necessária, que flexibilizou o currículo do Ensino Médio, acabando com a imposição de 13 disciplinas obrigatórias inflexíveis e que não levavam em conta a personalidade e o desejo do aluno. Contraditoriamente, a esquerda e os seus pedagogos, que tanto defende a ‘’pedagogia da autonomia’’, opuseram-se de forma reacionária contra a reforma , negando aos alunos do ensino médio a autonomia para, eles próprios, montarem parte do seu currículo escolar e escolherem uma área do conhecimento para se aprofundar, em vez de cursarem uma infinidade de disciplinas obrigatórias desinteressantes.


Os investimentos para Pernambuco: creches e universidades foram as mais beneficiadas


Responsável por um dos maiores orçamentos da Esplanada, Mendonça Filho foi o ministro que mais investimentos trouxe para Pernambuco. Em comparação com a atuação pífia e os cortes do MEC sob o governo Dilma, como ministro de Temer, Mendonça quase triplicou os investimentos no estado, atuação reconhecida, inclusive, pelos próprios reitores das principais instituições de ensino de Pernambuco.


  • Destinou R$ 23 mi para a UFRPE somente em 2017 para investimentos que contemplaram os campi em Serra Talhada, Garanhuns e no Recife, e as obras de construção do Campus no Cabo de Santo Agostinho, retomada na sua gestão em 2016 ;


“A gente agradece a atenção que o MEC tem com a UFRPE, não apenas na sede, mas em todas as nossas unidades'', declarou a reitora da UFRPE Maria José de Sena.

  • Autorizou a construção do novo campus da UFPE em Goiana e liberando R$ 35 milhões para a reforma, recuperação e complementação do Teatro do Complexo do Centro de Convenções da UFPE (Cecon), em Recife ;


  • Liberou R$980 mil para obras na UPE, para os campis de Petrolina, Nazaré da Mata e Caruaru;


  • Destinou para o IFPE recursos para a construção das sedes de Igarassu e Palmares e assinou a ordem de serviço da construção da sede definitiva do campus Jaboatão dos Guararapes;


  • Ainda liberou R$ 85 milhões para educação básica de Pernambuco para a construção de escolas, creches, quadras poliesportivas, mobiliário, equipamentos e aquisição de 178 novos ônibus escolares.


Recursos proporcionam obras de reforma e construção de quadras poliesportivas de centenas de escolas públicas pelo Estado.

Enfim, são muitas as marcas da gestão Mendonça à frente do MEC nesses menos de dois anos. Uma gestão que fez muito em tão pouco tempo e que, de certa maneira, não vem tendo o reconhecimento dos pernambucanos por dois motivos, segundo penso : primeiro, por causa da forte campanha feita contra o ex-ministro nos últimos dois anos por parte de setores organizados da educação ligados ao petismo; e, em segundo, por causa da impopularidade do governo Temer e da consequente associação de Mendonça ao governo dele, a despeito dos méritos do governo Temer, como é o exemplo da Reforma do Ensino Médio.















 
 
 

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